28 outubro 2011
Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada 'impulso vital'. Pois esse impulso ás vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo assim como 'estou contente outra vez.
21 outubro 2011
No início você briga, chora, faz drama mexicano. Então percebe que é cansativo demais manter esse jeito de levar as coisas. Acostuma-se… Não que pare de doer, mas que cai no seu entendimento que às vezes perdemos algo e não há solução. No fim você coloca um sorriso no rosto e finge que é sincero, até que a vida o faça realmente ser. Talvez os amores eternos sejam amenos e os intensos, passageiros. É isso
12 outubro 2011
06 outubro 2011
Confuso isso, eu sei
Está tudo bem comigo. Espero que contigo esteja tudo mais ou menos. Às vezes estou por cima, às vezes estou por baixo. Mas estou sempre por alguma coisa. Por alguém. Por aí. Por você. Pelos metrôs. Por uma coisa diferente. Pela coisificação dos romances.
E quando eu dizia por sms que sentia sua falta e você não respondia, e dizia outra hora que sentir a falta e sentir saudade são coisas diferentes. Saudade é pra quem sente amor. Sentir falta é pra quem sente vazio. Só um buraco. Tá bom.
Os lugares por aqui cheiram velório. Ou, vai ver, sou só eu. E agora entrei desfalcado nesse nosso jogo de silêncio. Se bem me conheço, vou me arrepender e te procurar, eu sei. Mas isso tem de ser feito agora. Vamos viver uma coisa por vez. Só aceitei perder você porque foi de W.O.
E amanhã será um novo dia igual a este. Mas, de que adianta desejar um novo dia se, ao mesmo tempo, desejo também um mesmo e velho erro? O relógio devia me dar um tempo ou parar até eu me resolver. Por isso vim. E, também por isso, quase não vim. Entre nós, a verdade é que ninguém tá nem aí pra ninguém.Se não for pedir muito, emita algum sinal, deixe um alô na minha timeline, que eu vejo aqui do meu lado, assim que lembrar das senhas pra te ganhar. Sim, às vezes te procuro na web, grande áfrica. Quero saber com quem você anda e o porquê do silêncio. Tá estampado e nítido na sua cara, no seu riso-ejaculação-precoce, que também não me esqueceu. Ainda.
Tenho saudades. Quero dizer, desculpe, sinto sua falta. Dos seus cheiros, dos seus carinhos, do seu queixo,das suas neuras achando que tem uma perna maior que a outra, dos seus banhos quentes tomados, dos seus pés pra dentro ao dormir de bruços, das coisas que a gente foi capaz de fazer sem roupas.
E vê se larga de fumar, pense menos, calibre os pneus, não volta tarde, usa camisinha, coma mais linhaça - mas a em pó, conforme eu sempre disse. E seja você, sempre que puder. Se cuida. Um beijo no rosto e uma chupadinha no mamilo esquerdo. Mas só no esquerdo. Teu (confuso isso, eu sei).
E quando eu dizia por sms que sentia sua falta e você não respondia, e dizia outra hora que sentir a falta e sentir saudade são coisas diferentes. Saudade é pra quem sente amor. Sentir falta é pra quem sente vazio. Só um buraco. Tá bom.
Os lugares por aqui cheiram velório. Ou, vai ver, sou só eu. E agora entrei desfalcado nesse nosso jogo de silêncio. Se bem me conheço, vou me arrepender e te procurar, eu sei. Mas isso tem de ser feito agora. Vamos viver uma coisa por vez. Só aceitei perder você porque foi de W.O.
E amanhã será um novo dia igual a este. Mas, de que adianta desejar um novo dia se, ao mesmo tempo, desejo também um mesmo e velho erro? O relógio devia me dar um tempo ou parar até eu me resolver. Por isso vim. E, também por isso, quase não vim. Entre nós, a verdade é que ninguém tá nem aí pra ninguém.Se não for pedir muito, emita algum sinal, deixe um alô na minha timeline, que eu vejo aqui do meu lado, assim que lembrar das senhas pra te ganhar. Sim, às vezes te procuro na web, grande áfrica. Quero saber com quem você anda e o porquê do silêncio. Tá estampado e nítido na sua cara, no seu riso-ejaculação-precoce, que também não me esqueceu. Ainda.
Tenho saudades. Quero dizer, desculpe, sinto sua falta. Dos seus cheiros, dos seus carinhos, do seu queixo,das suas neuras achando que tem uma perna maior que a outra, dos seus banhos quentes tomados, dos seus pés pra dentro ao dormir de bruços, das coisas que a gente foi capaz de fazer sem roupas.
E vê se larga de fumar, pense menos, calibre os pneus, não volta tarde, usa camisinha, coma mais linhaça - mas a em pó, conforme eu sempre disse. E seja você, sempre que puder. Se cuida. Um beijo no rosto e uma chupadinha no mamilo esquerdo. Mas só no esquerdo. Teu (confuso isso, eu sei).
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